segunda-feira, 21 de agosto de 2017

MARTINS SERÁ PALCO DE MAIS UM ENCONTRO DE CARROS ANTIGOS


 
Martins deverá receber entre os dias 25, 26, e 27 de agosto deste ano o tradicional Encontro de Carros Antigos, que é realizado pelo 5° ano na cidade serrana do Rio Grande do Norte.
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O Encontro tem a participação de caravanas de quase todos os estados vizinhos do Rio Grande, como Pernambuco, Paraíba e Ceará. A expectativa para este ano é que mais de 70 veículos cheguem a cidade em pleno período de frio na serra (Que varia entre os 16° aos 24° nesta época do ano).
 
 Segundo os organizadores, em 2016 mais de 60 veículos estiveram presentes no IV encontro realizado na cidade.  José Marcelino de Araújo, um dos chefes do evento, que vem de Mossoró, diz que a ideia de fazer o festival em Martins foi motivado pelo clima agradável, pela receptividade do seu povo, além de a cidade ter um dos maiores colecionadores de carros da região, o desembargador aposentado Deusdete Maia.
 
“Sentíamos que daria certo. Pelo clima, pelo povo hospitaleiro, e também já tínhamos um dos maiores colecionadores que é de Martins, o dr. Deusdeste Maia. Temos veículos que vêm de Sobral, Fortaleza, João Pessoa, Patos, Campina Grande, Crato, fora as cidades do Rio Grande do Norte, como Caicó, Natal, Mossoró, entre outras”, diz Marcelino.
Maior Colecionador
Além de muitos amantes das máquinas antigas, em Martins existe um dos maiores colecionadores do RN, o desembargador Deusdete Maia, que possui uma frota para mais de 20 peças.
Em 2016, conseguimos uma rara entrevista com a autoridade no assunto enquanto ele andava tranquilo em meio aos seus carros e transeuntes na Praça Almino Afonso, centro de Martins, onde o evento é realizado.
Indagado sobre a sua paixão por carros, Deusdete deu um testemunho quase histórico sobre seu hobby.
“Lembro que eu menino e meu pai possuiu o primeiro carro dessa região e o primeiro caminhão para a cidade de Martins. Era Nelson Benício Maia. O carro fazia linha de Martins a Mossoró e eu aprendi a dirigir nele aos 14 anos. Então, de lá para cá não parou mais a minha paixão”, confidenciou o colecionador.
Dr. Deusdete mantém uma garagem e um funcionário em Martins apenas para zelar dos veículos.
“Gosto de comprar os velhos e muitas vezes estão em péssimas condições. Eles passam por uma reforma total, do para-choque dianteiro ao traseiro, do motor ao diferencial”, explica.
Segundo o desembargador, ele procura as peças que são mais raras de encontrar no mercado. “Tenho desde um Mercedes, passando por um Galax, Puma, ao GTI. Eu tenho carro que foram feitos em fabricação em série e que já pararam de produzir, e nem a fábrica sabe quantos foram produzidos e mandados ao Brasil”, explana o maior colecionador.
Alguns veículos da Coleção particular de Deusdete Maia

EM TEMPO OS VIVAS PARA O CASAL FRANCISCO PEDRO E MARIA DE FÁTIMA QUE COMPLETARAM 44 ANOS DE UNIÃO


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Nosso Blog envia os PARABÉNS para o Casal Fancisco ( Cravo ) e Maria de Fátima que comemoraram no último domingo ( 20 )  AS BODAS DE CARBONATO , 44 ANOS DE CASADOS , a comemoração contou com a presença de familiares e amigos na residência do Casal .

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Sindasp-RN participou de audiência sobre Plano Diretor do Sistema Penitenciário

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Foto : Imagem Ilustrativa

O Sindasp-RN participou, de uma audiência pública promovida pela 5ª Vara da Justiça Federal do Rio Grande do Norte, a partir de uma Ação Civil do MPE e MPF determinando que o Estado elaborasse o Plano Diretor para nortear as diretrizes e metas a curto, médio e longo prazo no Sistema Penitenciário.

O evento contou com a presença do Judiciário, da sociedade civil organizada e também do Sindasp-RN.

"Falamos sobre pontos que não foram contemplados no Plano elaborado pelo Governo, expondo para todos os entes envolvidos a importância e necessidade urgente no fortalecimento da carreira de agente penitenciário. Frisamos que esse é um dos principais pontos do Plano Diretor Nacional e o RN precisa seguir o mesmo modelo", comentou Vilma Batista.

ACIDENTE : Vice-prefeito de Grossos - RN ,morreu vitima de acidente automobilístico na RN012 na saída da cidade

 

Na noite de domingo, 20/08, o vice-prefeito de Grossos, Martins Carlos (PODE), morreu vítima de acidente automobilístico, ocorrido na localidade do Córrego, zona rural do município.
 
 
 
Um dos primeiros a dar informações sobre o acidente que vitimou o vice-prefeito da vizinha cidade, foi o presidente eleito da Câmara Municipal de Areia Branca, vereador Duarte Júnior, que é do mesmo partido de Martins Carlos, o Podemos.
 
 
 
Duarte Júnior conversou com o presidente da Câmara Municipal de Grossos, vereador Charlinho Oliveira (PMDB), que é sobrinho do vice-prefeito. onde, veio a confirmação da ocorrência.

O vereador areia-branquense, Duarte Júnior, lamentou profundamente a morte de Martins Carlos, de forma trágica, nesta madrugada. “É uma perda irreparável para a cidade de Grossos e para o nosso partido naquele município, pois Martins Carlos tinha um trabalho destacado junto a comunidade”, disse.
 
Fonte : Blog Coelho Fatos e Noticias

PIADA DO DIA

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Na Saúde Pública, a ‘pena de morte’ continua


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Em maio de 2015, no artigo “Falta de vagas em UTIs: ‘pena de morte’ para trabalhadores/as” (leia o artigo na Internet), escrevia: “A Saúde Pública encontra-se em estado de descalabro total. É um caos generalizado. É uma situação de calamidade, que clama por justiça diante de Deus. A omissão de socorro por falta de vaga em UTIs é uma realidade de todo diAa.

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Em agosto de 2016, no artigo “Uma desumanidade gritante: a ‘pena de morte’ na Saúde Pública” (também, leia o artigo na Internet), de novo escrevia. “Infelizmente, essa realidade não mudou, continua a mesma”.
Hoje, em agosto de 2017, sou obrigado, mais uma vez, a dizer a mesma coisa. “Na Saúde Pública, a ‘pena de morte’ continua”; por causa da demora no atendimento, da estrutura física precária, da carência de recursos e equipamentos e, sobretudo, da falta de vagas em UTIs

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Fonte : Blog do Xerife
Ilustração ; Fany Carlos

ABSURDO , SUCUPIRA PERDE ;: Contribuições do patronato ao SEBRAE, SENAC, SESI e SENAI acabam incluídas no custo dos produtos para os consumidores

 

As onze instituições do Sistema S, entre elas o Senai, Senac, Sesc e Sesi, violam a Constituição, desobedecem recomendações do Tribunal de Contas da União (TCU) e contribuem para aumentar a carga de impostos no país. Uma síntese dos problemas foi publicada no Relatório de Acompanhamento Fiscal do Instituto Fiscal Independente do Senado neste mês de agosto. O IFI fez um box à parte para tratar do “Sistema S e a Questão Fiscal”.
De acordo com o relatório, as contribuições do patronato às instituições acabam incluídas no custo dos produtos que chegam para os consumidores, cidadãos que são duplamente prejudicados devido ao uso de dinheiro do contribuinte. Por receberem recursos públicos, as instituições teriam de prestar contas à sociedade sobre o uso dessas verbas, que acabam onerando o preço dos produtos. Ao fazer um longo relatório depois de realizar auditoria, o TCU encontrou “vários problemas” e fez recomendações para que a situação fosse regularizada.
Como publica o IFI no site do Senado, as considerações do tribunal, feitas em 2015, são relembradas neste mês: “O relatório é longo, mas uma síntese dos problemas pode ser encontrada nas páginas 57 a 67. Vale destacar alguns”. O IFI enumera o que considera os oito principais pontos, num orçamento global de aproximadamente R$ 30 bilhões em 2017, de acordo com projeções do presidente da Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor do Senado, Ataídes Oliveira (PSDB-TO).
Analisando os números do instituto, o senador faz uma projeção aquém da realidade. O IFI divulga que somente cinco das 11 instituições movimentaram no ano passado R$ 25,6 bilhões.
“Falta de detalhamento dos orçamentos divulgados, que apresentam receitas e despesas em elevado grau de abrangência; maior parte das entidades não publica as demonstrações contábeis nas respectivas páginas eletrônicas; a metade não certifica as demonstrações por auditoria externa independente; muito poucas informações divulgadas sobre licitações e contratos; falta de informações sobre transferências para confederações e federações; dados sobre estrutura remuneratória na maioria das vezes inútil para qualquer análise de remuneração; problemas de atendimento ao cidadão, principalmente nos estados menos favorecidos; e deficiente divulgação dos cursos gratuitos”, enumera o IFI.
Efeitos negativos
Na auditoria do TCU, há recomendações para que os problemas sejam sanados em todas as 11 instituições do Sistema S, conforme o Acórdão nº 699/2016, aprovado pelo plenário do tribunal em 30 de março do ano passado e relembrado pelo IFI. O tribunal “recomendou ainda o uso pelas entidades da contabilidade aplicada ao setor público, a adoção de controles internos e a melhoria do atendimento ao público”, destaca o instituto do Senado.
Nos dois parágrafos finais, em seis páginas de considerações sobre as instituições do Sistema S, o IFI registra: “Como as recomendações foram feitas há quase um ano e meio, caberia avaliar em que medida elas foram efetivamente atendidas. Mas mesmo que tenham sido, ainda não seriam suficientes para avaliar adequadamente a atuação das entidades do Sistema S.
Seriam necessárias também informações detalhadas sobre os serviços oferecidos, a exemplo da quantidade ofertada de cada serviço, adequadamente aferida, e individualização dos custos correspondentes. Essas informações permitiriam avaliar os custos desses serviços, verificar a eventual redundância ou complementariedade em relação aos serviços disponibilizados pelo Estado, e analisar o retorno que o uso das contribuições gera para a sociedade”.
“Enfim, as entidades privadas do Sistema S recebem considerável montante de contribuições compulsórias da sociedade para financiar os serviços sociais e de aperfeiçoamento profissional. Assim como outras contribuições e impostos, a incidência causa efeitos negativos sobre a atividade econômica, notadamente em países como o Brasil, nos quais a carga tributária já é elevada. Espera-se das entidades do Sistema S que sejam o mais transparente possível, disponibilizando as informações necessárias para avaliar a sua atuação”, finaliza.
Forma de manter o “buraco negro”
O que permite ao Sistema S burlar a Constituição, desobedecer o TCU e ajudar a aumentar a carga tributária do país, de acordo com o Instituto Fiscal Independente (IFI) do Senado, está na forma de organização das 11 instituições, sem citar o poderoso lobby delas tanto no governo quanto no Congresso Nacional. “Saber ao certo o montante de receitas das entidades não é trivial. Um dos meios seriam os orçamentos aprovados ou as demonstrações contábeis”, aponta o IFI.
Aqui entra o que parece ser a estratégia do Sistema, embora o Instituto não a cite abertamente: “uma estrutura descentralizada que se desdobra até as federações sindicais, na órbita dos estados”. Isso envolveria a análise, separadamente, de orçamentos nacional e de 27 unidades da federação. Mesmo assim, de acordo com o instituto, as divulgações não são às claras.
“As respectivas receitas e demais dados que retratam a situação financeira” são divulgados em “28 unidades na forma de imagem, em vez de apresentá-los de modo a facilitar complicação e análise”, aponta o IFI. Como vem publicando o Brasília Capital, esta situação constatada pelo instituto permite desvios como nepotismo, altos salários e montagem de uma burocracia que lucra muito com o Sistema S.
A resposta das 11 instituições é unificada. Alegam que agem dentro da legislação e não cometem nenhum tipo de irregularidade, mesmo com as auditorias do TCU mostrando exatamente o contrário. E agora, com a abordagem do IFI.